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My Sweet World

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25
Set15

O Batismo - IADE

Tânia Cunha

Fez um ano que fui batizada e entrei oficialmente na família IADE. Hoje foi o último dia de praxe e o batismo. Este ano não fui caloira, mas sim Aspirante a Veterana. Vivi esta semana de uma forma diferente, trajada, com orgulho de ver a família crescer e com o objetivo de tornar esta praxe tão boa ou melhor para os caloiros, como foi para mim. A integração é o objetivo principal da praxe do IADE e qualquer pessoa que por ela passou pode confirmá-lo, sem humilhação ou desrespeito, é o integrar dos novos alunos na família.

Hoje foi o batismo e com muito orgulho tenho cinco afilhados (3 meninos e 2 meninas). A eles agradeço a confiança que depositaram em mim para ter um papel tão importante na vossa vida académica, o papel de vossa Madrinha. Espero estar à altura das vossas expectativas e espero não falhar. Poderão contar comigo para tudo...

Mas hoje para além de batizar, também fui batizada por uma pessoa muito importante para mim, a quem pedi para ser meu Padrinho ontem, mas que já considerava como tal há muito tempo, o William. Uma das pessoas mais importantes para mim nesta faculdade, só tenho pena de não ter feito o pedido há mais tempo. Obrigada por tudo, meu amor.

E assim se fez mais uma Praxe IADE e segunda bora para as aulas!

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Dura Praxis sed Praxis

04
Set15

Vou para a faculdade e agora?! - Regresso às Aulas'15 #1

Tânia Cunha

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O tempo da universidade está a chegar e as perguntas começam a surgir na tua cabeça. Não há altura mais assustadora e stressante do que a entrada para a universidade, e se vais ter de mudar de casa ainda mais stressante deve ser, pelo que eu compreendo perfeitamente a aflição. Por isso aqui está o primeiro post do Regresso às Aulas, e não poderia deixar de ser dedicado à faculdade.

Como vou para o meu 2º ano da licenciatura em Design no IADE tenho algumas dicas que te podem ser úteis caso vás para a faculdade, caso vás estudar Design e claro, caso vás estudar para o IADE.

Tudo o que vou falar neste post tem como base a minha experiência pessoal, pois como é obvio é a que conheço melhor. 

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Estás nervosa, com borboletas na barriga e tens dúvidas sobre se é mesmo o curso certo para ti, se queres ir à praxe ou não se, se e se... É uma altura de muitas mudanças e se tens que mudar de casa ainda mais mudanças são, mas prepara-te uma das melhores fases da tua vida está prestes a começar. Aperta o cinto e prepara-te para a aventura!

Eu não tive de mudar de casa, pois a minha faculdade é em Lisboa e basicamente a rotina é a mesma que no secundário, de manhã aulas, e depois casa, a única diferença é o transporte e claro, no secundário não havia tantas festas.

A tua primeira semana na faculdade vai começar com a praxe e de certeza que estás com algumas dúvidas. Eu nunca tive dúvidas, sempre quiz experimentar a praxe, mas estava nervosa, confesso. É verdade, há praxes más, há praxes que ultrapassam os limites, mas a televisão também só mostra o mau, mas também há muitas praxes boas e a minha foi uma delas.

Durante a minha praxe nunca senti desrespeito por parte dos meus veteranos, pelo contrário, sempre senti muita preocupação e muito respeito. Claro que também houve aquilo tudo do "caloiro não ri", "olhos no chão, caloiro", e todas essas coisas, mas faz parte. Nessa semana, participei em todos os jogos, conheci tanta gente e diverti-me tanto. Posso afirmar, com toda a certeza que foi a melhor semana da minha vida! Mas, também conheci pessoas que não quiseram ser praxada e não foi por isso que deixaram de se integrar e conhecer pessoas. Aqui a opção é somente tua, mas o melhor concelho que te posso dar é ires de mente aberta, e experimentares. Vais ver que te vais divertir, e se não gostares ou não quiseres fazer alguma coisa diz não, que é na boa.

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O IADE é uma faculdade diferente e a primeira impressão que tive foi de estranheza, nunca tinha imaginado uma faculdade com um edifício assim, mas a verdade que é bastante acolhedor, pois é um edifício pequeno e não somos muitos por isso toda a gente se conhece. O nosso traje também é diferente, não é o traje nacional, mas sim o kilt, e por sermos únicos defendem-nos com unhas e dentes, temos muito orgulho na nossa instituição e no nosso traje.

Como devem já ter ouvido falar, na universidade vão ter muitas festas. Quando digo muitas, são mesmo muitas, no IADE havia uma festas todas as quintas feiras à noite, mas como é obvio não fui nem a metade delas e não me arrependo. Fui a jantares de caloiro, ao jantar do Enterro, fui à Gala de Natal e pouco mais pois as outras festas calhavam em alturas de muito trabalho e temos que escolher prioridades. Sabe bem ir e é bom para conhecer melhor os nossos colegas e criar histórias divertidas, mas não precisas de ir a todas, pois lembra-te que não foste para a faculdade para ir a festas, mas sim para te licenciares e por isso escolhe as tuas prioridades. Como é obvio não vais começar a ser um crominho, anti-social se faltares a algumas.

Mudando de assunto, a faculdade não é só praxe e festa, é também estudo e aulas. O meu curso é muito prático, e por isso não necessitava tantas horas de estudo como exige um curso de engenheira, mas temos muitos trabalhos práticos e por isso a nossa gestão de tempo tem que ser perfeita, temos de fazer bons projetos em poucas semanas. A nossa avaliação é continua e lutamos pela nota ao longo do semestre, e no fim só vai a exame quem não consegui passar ou quem quer fazer melhoria de nota.

Por muito diferentes que sejam as faculdades e os cursos uma coisa é verdade, o mais importante e uma boa gestão de tempo e assim nada é impossível.

Agora que já falei um pouco de tudo, e não querendo revelar mais, pois ir à descoberta também é muito bom, só te aviso: Prepara-te para os melhores anos da tua vida!!!

 

 

02
Ago15

Vou para a faculdade e agora?! - Regresso às Aulas #1

Tânia Cunha

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Oiiii!!!!

Aqui está o primeiro post da rubrica Regresso às Aulas, e como não poderia deixar de ser, dedicada às pessoas que este ano vão entrar para a faculdade e estão super nervosas (eu sei como é), que não sabem o que devem pensar sobre a praxe, se querem ser praxados ou não, se querem trajar, e um turbilhão de coisas novas que vão surgir nas vossas vidas a partir de agora. Venho-vos falar da minha experiência, pois é a que sei mais pormenores e espero que ajude.

Não posso falar sobre mudanças de casa e de tudo o que isso implica, pois a verdade é que estou a estudar em Lisboa, do outro lado do rio e por isso é como dantes, vou à faculdade, tenho aulas e volto para casa, a única diferença é o transporte.

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 Estou a caminho do 2º ano da licenciatura de Design no IADE. O meu ano de caloira terminou (passou muito rápido) e, portanto, acho que tenho algumas dicas e informações que vos podem ser úteis se vão para a faculdade, se querem estudar design e claro se querem ir para o IADE.

Como não é segredo para ninguém uma das minhas paixões é a moda, e por isso toda a gente achava que eu ia seguir design de moda, aliás ainda agora ando a informar as pessoas que não estou a estudar para ser estilista. Na altura de escolher tive algum receio de seguir moda, pois é uma área um pouco complicada em Portugal de se trabalhar e conseguir ganhar dinheiro, pois vamos ser sinceros, só o sonho não basta, temos que pagar as contar e comer, então achei melhor ir para um curso mais geral, onde pudesse trabalhar em várias coisas e não apenas em moda, e aí apareceu o IADE com o curso de Design. É Design, sem especialidade, pois aprendemos um pouco de todas as áreas, claro que depois devemos tirar um mestrado na área que mais gostámos, mas assim conseguimos chegar a todas as áreas do design e que poderia estar aqui até amanhã a falar sobre as áreas todas onde são necessários designers.

A primeira impressão que tive da faculdade foi quando fui fazer a matricula, ainda não tinha acabado o 12º ano e fui com uma colega de turma que também foi para lá. O IADE é um edifício em Santos (estão a ver o McDonald's de Santos? Sim, é aquele edifício às cruzinhas). Foi um pouco estranho no início, pois nunca foi assim que imaginei uma faculdade, sempre imaginei como nos filmes, grande, salas gigantes, com relva, e isso tudo, mas no IADE se queres ir à rua apanhar ar tens mesmo de ir à rua, mas habituei-me e estou a adorar a faculdade. 

Nunca me inscrevi em open days para conhecer faculdades, pois decidi-me logo por uma, aliás nem concorri a mais nenhuma, mas aconselho, caso estejam indecisos, em inscreverem-se no Open Day das faculdades que mais vos interessam.

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 Os primeiros dias incluíram apresentações, palestras e, claro, praxe! Ao contrário de muita gente nunca tive nenhum receio em relação às praxes, acho que a televisão só mostra o mau, e sim há praxes abusivas, há praxes más, mas sempre quiz experimentar, sempre quiz saber como era o famoso espirito académico e por isso quando me perguntavam se queria ser praxada nunca disse que não, mas sempre ciente que caso não gostasse que dizia adeus e ia à minha vida. E lá fui eu para a praxe, nervosa, claro, mas mais do que isso ansiosa. Sabem o que aconteceu, adorei cada minuto da praxe, cada jogo, cada atividade que os veteranos e a Comissão de Praxe preparou para os caloiros. Nunca senti abuso por parte dos veteranos, nunca me senti gozada, aliás pelo contrário, sempre senti um enorme respeito, muita preocupação. Houve jogos, brincadeira, músicas, também houve aquilo de não poder tratar o veterano por tu, e de não olhar nos olhos, e de o caloiro não ri, mas faz tudo parte de uma das melhores semanas da nossa vida académica. O melhor concelho que posso dar em relação à praxe é para não irem com uma ideia pré-formada, experimentarem e claro, se não gostarem podem dizer que não. Não podemos falar sem conhecer! Mas, claro que conheço muita gente que não foi à praxe e não foi por isso que deixou de se sentir integrado e de fazer amigos e conviver. 

O IADE é uma faculdade diferente e não é só no edifício, mas também no traje, no IADE não usamos o traje nacional, mas sim trajamos um kilt e no início foi estranho ver tantos rapazes de "saia", desculpem, de kilt (e sim, não usam boxers, não é um mito). Em relação ao traje, ainda têm tempo para pensar, pois é só no final do ano que é o enterro, mas para mim sempre foi um sonho trajar. Aqui cabe a decisão a cada um, eu pessoalmente adoro a tradição e apesar de no IADE termos um traje diferente não é menos simbólico, aliás pelo contrário, somos uma faculdade pequena e por isso muito mais unidos, protegemo-nos e defendemo-nos e ao nosso traje. Como costumamos dizer, somos uma família, a família IADE.

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Em relação ao segundo ano, confesso que tenho boas expetativas. Estou curiosa com algumas cadeiras, especialmente com Design de Comunicação. 

Sei que muitas pessoas têm medo de não se integrar e não fazer amigos, mas a meu ver não há melhor sítio do que a universidade para tal, pois há mais pessoas como vocês. Afinal, no mesmo espaço encontramos imensas pessoas diferentes, vindas dos mais diversos sítios do país, com idades e gostos diferentes, mas ainda assim é claro que têm interesses em comum, se não, não estariam a estudar o mesmo, ao contrário do que acontece na escola, onde ainda ninguém escolheu áreas e isto nota-se ainda mais na minha área que tem haver com artes. A maioria das pessoas segue ciências no secundário e olham sempre de lado para as turmas de artes, então na faculdade sentimos que afinal há mais gente a partilhar os mesmos gostos que nós.

É importante dizer que não é por terem que estudar bastante que devem deixar de ter vida social. Um dos desafios que enfrentei este ano foi conciliar os estudos, com as festas da faculdade e ainda assim conseguir estar com os amigos de sempre e claro a família.

21
Jul15

Um percurso

Tânia Cunha

Estamos outra vez naquela fase das candidaturas ao ensino superior (já passou um ano?!!!). Se estas a passar por essa fase da tua vida, respira fundo e não tenhas medo do futuro, aproveita a vida e esta fase tão especial. Deixo-vos aqui um texto de Tiago Nogueira, retirado do Público que fala de nós, jovens com uma vida pela frente, que somos obrigados por um mundo onde o dinheiro domina a deixar de viver para viver para os estudos.

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"A culpa não é nossa, a culpa é de quem nos pressiona ao longo da nossa vida académica para sermos os melhores e porque só os melhores se destacam nesta vida. Desde pequenos que aprendemos que o mais importante são os estudos e que é a eles que nos devemos dedicar a 100 por cento.

 

Quando acabamos os estudos, que nunca acabamos, preocupamo-nos em continuar a estudar, num mestrado, numa pós-graduação, num doutoramento, e por aí adiante, porque diariamente ouvimos falar em "crise" e no desemprego. Mas que culpa temos nós, jovens, de 20 e poucos anos, que o nosso país esteja enterrado até à cabeça? De uma ou de outra maneira nós já iríamos estudar, porque somos ambiciosos e queremos sempre mais, mas a pressão que nos incutem é demasiada e isso leva a que tomemos decisões precipitadas e descuidadas. No 12.º ano ainda temos que pedir para ir ao WC, mas no fim do mesmo temos que tomar sozinhos uma das decisões mais importantes das nossas vidas: "O que é que eu quero fazer para o resto da vida?". Mas isto tem lógica?

 

Eu, como muitos outros, errei e escolhi mal, mas, pelo menos, à segunda encontrei o que pretendia. Porém, a vida académica não é o mais importante, e ouvimos sempre: "Estuda agora que, depois, vais ter tempo para estar com os teus amigos e andar na vadiice". Querem-nos fazer adultos demasiado cedo, dar-nos responsabilidades de uma dia para o outro sem esperar que erremos, e depois transformam-nos em máquina ambiciosas em busca de sermos os melhores o mais rapidamente possível, para que num futuro próximo possamos estar descansados. Mas, ao mesmo tempo que procuramos ser os melhores, e nos focamos especialmente na nossa vida académica que se transforma em profissional, descuidamo-nos de algo, e esse algo é sempre o mesmo: as pessoas que nos rodeiam e que estiveram sempre ao nosso lado e acompanharam o nosso percurso.

 

Mas não nos descuidamos delas por falta de vontade ou por ganância. Simplesmente, perdemos a noção do tempo e do espaço e pensamos para nós: "Eles vão estar sempre lá", mas a verdade é que não, "tudo se transforma". Ensinam-nos que "a vida é uma alucinante aventura da qual jamais sairemos vivos" e de um dia para o outro a vida é trabalho e só isso. Quando abrimos os olhos, já é demasiado tarde e o tempo não volta atrás, por muito que queiramos. Por isso, de que adianta viver cheio de zeros à direita, numa conta multibanco, quando dentro de casa está um vazio?

 

A pressão que nos incutem é demasiada, somos jovens e queremos aproveitar, não queremos estar sempre a ouvir: "Não deixes fugir essa oportunidade", "agarra-a", "mais tarde arrependes-te", porque a verdade é essa, arrependemo-nos, mas de ter dado ouvidos a quem não devíamos. Somos os melhores e agora o que é que somos? Somos os melhores, mas somos os melhores sozinhos."

 

Tiago Nogueira,

Público

 

 

 

 

14
Mai15

A noite do Enterro! - vida de uma estudante universitária

Tânia Cunha

E já passou o dia do Enterro, a noite em que trajei e tracei a capa. Quem costuma ler este cantinho sabe que não é segredo nenhum que um dos meus maiores sonhos a nível académico era trajar. Então trajei e adorei. Foi uma noite maravilhosa, o traçar da capa, a família IADE  toda unida, o estarmos lá todos para o mesmo. 

Foi uma noite muito especial e amanhã lá vou eu toda trajada outra vez, pois lá no IADE sexta feira é dia de traje.

 

IADE é sinónimo de família e respeito. Somos uma faculdade pequena e talvez por isso é que toda a gente se conhece e quando é dia de festa toda a gente fala com toda a gente, toda a gente dança com toda a gente.

 

 

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07
Mai15

Como o tempo passa...

Tânia Cunha

Eu acho que sofro da síndrome Peter Pan. Acho que o tempo passa tão rápido e tenho medo de não aproveitar ao máximo estes anos, que para mim são os melhores. Adorava ter um botão e ficar durante anos nesta faixa etária que são os 18 /19/20/21 anos. Acho que são mesmo os melhores, já não somos vistos como crianças, mas ainda temos sangue na guelra  e tempo para nos divertirmo-nos sem preocupações dos filhos, trabalho ou vida. 

Acho que a vida a sério vai começar daqui a três anos, entrar no mercado de trabalho e ter horários para tudo, rotinas para tudo, responsabilidades em tudo. Não é que isso me incomode, pois não tenho problemas em trabalhar e ter responsabilidades, mas assusta-me o facto que o tempo voar e não conseguir aproveitar esta idade de ouro.

Este ano está a passar tão rápido!!! Ainda ontem estava a inscrever-me na faculdade e a ser praxada e na segunda feira já vai ser o Enterro. Estou ansiosa, não sei o que me espera e principalmente estou ansiosa por trajar. Este é um momento especial, pelo qual sonhei a minha vida de estudante toda, chagar à faculdade e trajar. Não sei se é uma panca que tenho, mas sempre me fascinou esta vida de universitário, sempre achei que devem ser os melhores anos de sempre, aprendes, divertes-te, conheces pessoas e és feliz, e são estes anos que tenho medo de não aproveitar.

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Isto parece que foi ontem... (Já passou 9 meses)

 

Na segunda feira vou gritar:

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16
Mar15

Não somos bombeiros, mas é parecido

Tânia Cunha

O IADE é uma universidade bastante criativa e como é óbvio, de vez em quando há umas coisas diferentes que não há nas outras universidades.

Os bombeiros já tinham e os padres também e agora chegou a vez do IADE. O que será que estou a falar? Adivinham? Um calendário! E eu apareço lá! 

Calma! Não apareço despida nem algo do género.

Há uns meses fui convidada por um veterano para fazer uma cessão fotográfica. Fiquei admirada com o convite, há tantos caloiros. Porque que me convidaram a mim? Mas aceitei logo, e fiquei ansiosa. Não sabia para o que era, apenas pediram-me para levar t-shirt e o penico de caloira. Depois é que me explicaram que era para um calendário.

O calendário chegou esta semana e está brutal! Adorei! A essência do IADE está toda lá, é de certeza um calendário que vou guardar para sempre. Tenho tanto orgulho em pertencer a esta família que é o IADE.

E qual é o mês em que eu apareço? Perguntam vocês. Isso não é obvio?! O mês de Setembro! É o mês das Praxes, o mês da caloirada, o mês onde começa mais um ano de aventuras.

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04
Fev15

Fim do Semestre e um quarto super desarrumado

Tânia Cunha

Não sei se só aconteceu comigo, ou se é algo que acontece a todos os estudantes universitários em geral. O semestre chegou ao fim e depois de ter posto o sono em dia olhei para o meu quarto e percebi que ele estava de pernas para o ar. O sofá que tenho já nem se via com a coleção de roupa e malas que fui atirando para cima. A cama raramente foi feita durante estas últimas semanas e a secretária nem se fala... 

Hoje vou pôr mãos à obras e ver se vejo um quarto arrumadinho.

 

 

30
Jan15

É sexta-feira!!!!!

Tânia Cunha

Sexta-feira, dia 30 de Janeiro!!! Ou seja, já entreguei todos os trabalhos e estou de férias!

É um alivio saber que posso chegar a casa e estender-me no sofá e dormir uma grande sesta, aliás, foi o que fiz hoje. É um alivio saber que já não tenho mais nenhum trabalho para fazer, que está tudo feito e entregue a tempo e horas, depois de duas semanas de caos, de stress, de tentar fazer tudo a tempo e ainda tentar ter tempo para dormir.

Consegui, o primeiro semestre da minha licenciatura já está feito, agora só falta mais cinco semestres para ter a licenciatura feita!

Let's go!!! (mas primeiro vou ali dormir e já volto)

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23
Jan15

Vida de uma estudante de design!

Tânia Cunha

Esta semana está a ser um caos!!!

O semestre está a uma semana do fim (30 de Janeiro) e ainda tenho isto tudo para fazer:

•Tenho 2 capas de livros para fazer + marcadores;

•Tenho que fazer um catálogo (tirar fotos, fazer ilustrações, fazer o design do catálogo e a impressão);

•Tenho que desenhar a planta do meu quarto (mas eu não estou no curso de arquitetura!!!);

•Tenho que fazer um video!;

Se sobreviver eu venho aqui dár noticias!

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